Untitled Document

  Ações

  

Capital Humano

Técnico e Superior

 -

Estudos e pesquisas apontam que as instituições privadas e políticas públicas relativas ao fomento de uma educação empreendedora nas universidades e escolas técnicas brasileiras não são plenamente suficientes para produzir resultados significativos de alto impacto, capazes de acelerar e intensificar o desenvolvimento na velocidade que se faz necessária.  

Menos de 50% dos alunos universitários cursaram alguma disciplina de empreendedorismo, poucos gastam tempo e esforço para começar um negócio, e a maioria ainda se sente insegura para tal. Uma parcela muito pequena tem interesse em participar de estágios em startups ou possuem acesso a empregos em empresas novas com alto grau de inovação.  

Os resultados são muitos alunos desistindo dos cursos de empreendedorismo, desconhecendo as oportunidades e o ecossistema no qual estão inseridos, não possuindo definições claras de vocação nesse sentido e/ou simplesmente deixando de viver de suas próprias ideias.  

 

Sugestões:  

- A educação empreendedora não deve ser vista como uma disciplina isolada, e sim como um conjunto de ações e ambientes interdisciplinares no qual os alunos são orientados a expandirem suas próprias ideias desde os primeiros períodos da graduação. Faz-se necessário implantar ecossistemas e centros de empreendedorismo transversais que estimulem a realização/implantação de eventos, cursos, games, competições, maker spaces, integração com empresas/incubadoras/aceleradoras e forte uso de ambientes/laboratórios de inovação.  

- É importante promover a integração entre as universidades/escolas e os ecossistemas locais por meio da realização de eventos, maratonas, concursos e seminários de startups propostos muitas vezes por entidades de fora das instituições de ensino. Salientamos também a relevância da ida de estudantes para desafios e eventos de empreendedorismo externos,  

- É preciso formar mais e melhores professores de empreendedorismo, em todos os níveis, universitário, instrutores e pós-graduação. É relevante a existência de uma série de incentivos para que os professores transformem-se em empreendedores e sintam-se estimulados a implantar programas e centros de empreendedorismo.  

- É importante gerar mecanismos para facilitar o empreendedorismo dos grupos de  

pesquisa científicos e tecnológicos em todas as áreas, facilitando a cooperação dos mesmos com as empresas nacionais e internacionais, além de institutos de inovação. Faz-se necessário ampliar inclusive a oferta de programas de mestrado e doutorado específicos em empreendedorismo.  

- Por último enumeramos questões fora do escopo das universidades e escolas técnica, mas igualmente relevantes para a educação empreendedora no país, tais como: o desenvolvimento dos ecossistemas locais de apoio ao empreendedorismo, reconhecendo e classificando as comunidades empreendedoras brasileiras. É muito importante também o apoio às incubadoras e aceleradoras do país no sentindo de fornecerem uma formação de qualidade em parceria com as universidades.  

 

 

 




Sobre


O Movimento




As Ideias




Fundadores




Blog




Pilares


Ambiente Regulatório




Acesso a Capital




Mercados




Inovação




Infraestrutura




Capital Humano




Cultura Empreendedora




Saiba Mais


Participe Conosco




Parceiros




Contato





 
Movimento Brasil+Empreendedor